Fase 1: Pré-Natal

A gravidez: antes, durante, depois
A Vida como projecto de amor
Dificuldades e obstáculos
O Planeamento
Dimensão Ideias-Chave
Sagrada EscrituraA vida é o projecto da criação divina
. Porque revestida de liberdade, a vida é também um dom de Deus
. Logo no seu início, a vida projecta-se para um fim; ela inscreve em si a obrigatoriedade de uma missão
Magistério da Igreja- Os filhos = bênção de Deus
.Maternidade / Paternidade = participação na Criação
. O Matrimónio Cristão como Projecto de Felicidade, de Amor e de Vida Responsável
. A Vida Humana como algo inviolável
CARTAS ENCÍCLICAS
CASTI CONNUBII
HUMANAE VITAE
EVANGELIUM VITAE
CARTA APOSTOLICA MULIERIS DIGNITATEM
Comunicado da OBRA PONTÍFÍCIA “SANCTA INFANTIA”: A IGREJA E AS CRIANÇAS
CARTA DO PAPA JOÃO PAULO II ÀS FAMÍLIAS (1994)
Perspectiva Ético-Jurídica. Existência de uma estrutura legal que visa proteger a vida intra-uterina bem como a da grávida
CÓDIGO PENAL PORTUGUÊS
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA
Ciências Humanas. Período rico e intenso de vivências emocionais que traz, por si só, novas atitudes e responsabilidades.
Mudança do papéis sociais: durante nove meses instala-se uma nova identidade. Deixa-se de ser “filho” para se tornar “pai”. O modelo da família de origem não pode ser esquecido para melhor compreender a forma como se vive este período.
Ciências Exactas
Gravidez - concepção, Desenvolvimento do feto, Estados de ansiedade.
Fase 2- Infância

O “acordar” para a existência
O “despertar” para a pertença a um mundo
As grandes aprendizagens
Dimensão Ideias-Chave
Sagrada Escritura. A Bíblia prescreve o amor pela condição infantil da humanidade
. Em Abraão, a Salvação de Deus encontra a sua forma «primária»
. Jesus apresenta a criança como a imagem do discípulo
Magistério da Igreja . A infância como o espaço e o tempo da primeira aproximação ao Mistério de Deus-Pai e à Igreja-Mãe
. Catequese: uma necessidade das crianças e uma responsabilidade de todos
EXORTAÇÃO APOSTÓLICA CATECHESI TRADENDAE
NOTA PASTORAL DA CONFERÊNCIA EPISCOPAL PORTUGUESA: ORIENTAÇÕES PARA A CATEQUESE ACTUAL
Comunicado da OBRA PONTÍFÍCIA “SANCTA INFANTIA”: A IGREJA E AS CRIANÇAS
Perspectiva Ético-Jurídica. Protecção legal das crianças
. Existência de “Direitos das Crianças”, que visam salvaguardar o seu salutar e pleno desenvolvimento
CÓDIGO PENAL PORTUGUÊS
CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA
Ciências Humanas. Período de desenvolvimento físico, cognitivo, motor, linguístico, perceptivo, social e emocional.
. Influências de duas grandes fontes: o ambiente (em sentido lato, tudo o que as rodeia) e a biologia (genética, características individuais).
Ciências Exactas
. Desenvolvimento psico - motor amplo,
. A descoberta do seu próprio corpo nas suas capacidades e limitações.
Fase 3- Adolescência

O “despertar afectivo”
O “despertar” para o “mundo social”
“(Im)permeabilidades”
“(In)decisões”
“Riscos”
Dimensão Ideias-Chave
Sagrada Escritura. Os grandes momentos bíblicos comportam um estado de indefinição e ruptura
. Jesus também é apresentado como «bom rebelde»
.O Novo Testamento regista os momentos de ruptura dos primeiros cristãos
Magistério da Igreja. A necessária ”educação para os afectos”, na liberdade e com responsabilidade
. O despontar sexual e afectivo como a descoberta da alteridade e da complementaridade
. A necessidade de dar resposta aos anseios e dúvidas dos adolescentes mediante uma linguagem inovadora, atractiva mas também exigente e clara
EXORTAÇÃO APOSTÓLICA CATECHESI TRADENDAE
EXORTAÇÃO APOSTÓLICA EVANGELII NUNTIANDI
Perspectiva Ético-Jurídica. A todos são reconhecidos os direitos à identidade pessoal, ao desenvolvimento da personalidade, à capacidade civil, à cidadania, ao bom nome e reputação, à imagem, à palavra, à reserva da intimidade da vida privada e familiar e à protecção legal contra quaisquer formas de discriminação.
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA
Ciências Humanas. A adolescência é uma época da vida humana marcada por profundas transformações fisiológicas, psicológicas, pulsionais, afectivas, intelectuais e sociais vivenciadas num determinado contexto cultural. Mais do que uma fase, a adolescência é um processo com características próprias, dinâmico, de passagem entre a infância e a idade adulta.
Ciências Exactas
. A puberdade
. O despertar dos vícios.
Fase 4- Juventude
As grandes decisões, os grandes compromissos
Os projectos de vida
O “mito da eterna juventude”
Dimensão Ideias-Chave
Sagrada Escritura. A figura do profeta é modelo para a idade juvenil
. O Êxodo da Babilónia é imagem do tempo da «eterna saudade»
. Expressão equivalente a juventude é «vocação»
Magistério da Igreja .Os jovens, esperança e futuro da Igreja
. A necessidade de um profundo e crescente conhecimento de Cristo por parte dos Jovens
. Desafio à “ousadia”, à alegria, à coragem e à determinação próprias da Juventude, como sinais de esperança e de felicidade para o futuro do Homem
MENSAGEM DO CONCÍLIO VATICANO II AOS JOVENS
EXORTAÇÃO APOSTÓLICA PÓS-SINODAL CHRISTIFIDELES LAICI
CARTA APOSTÓLICA DILECTI AMICI
CARTA APOSTÓLICA TERTIO MILLENNIO ADVENIENTE
MENSAGENS DO PAPA PARA AS JORNADAS MUNDIAIS DA JUVENTUDE
Perspectiva Ético-Jurídica. Os jovens são sujeitos de uma especial protecção para efectivação dos seus direitos económicos, sociais e culturais
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA
Ciências Humanas. Dizer que a adolescência acaba quando se passa a ser “jovem adulto” é, na sociedade contemporânea ocidental, difícil de definir pois essa definição passa pelo entrecruzamento de factores biológicos, afectivos, socioculturais e geográficos.
. Fase marcada pela construção de uma autonomia e aquisição de identidade, capacidade de suportar tensões e contrariedades, de elaborar projectos de vida e de inserção social.
O jovem tem o sentimento de individualidade e compreende o seu papel activo na orientação da sua vida, tomando decisões e aceitando compromissos.
Ciências Exactas
. Consolidação do desenvolvimento físico e consciencialização dos vícios
Fase 5- Adultez

As grandes (i)rresponsabilidades:
- trabalho
- família
- vivência social
- vivência religiosa/cristã
Dimensão Ideias-Chave
Sagrada Escritura. O conceito bíblico de fé pressupõe a adultez humana
. O Decálogo do Sinai é sinal da adultez psíquica da humanidade
. Jesus Cristo é apresentado como o modelo do homem adulto
Magistério da Igreja- Família: “primeira escola da vida”
. Família: “Igreja caseira”
. O Matrimónio Cristão: unicidade, indissolubilidade e sacramentalidade
. A responsabilidade social dos Fiéis Leigos
. Os cristãos no mundo do trabalho e da sociedade: a via do testemunho e da fidelidade
CARTA ENCÍCLICA CASTI CONNUBII
EXORTAÇÃO APOSTÓLICA FAMILIARIS CONSORTIO
EXORTAÇÃO APOSTÓLICA EVANGELII NUNTIANDI
EXORTAÇÃO APOSTÓLICA CHRISTIFIDELES LAIC
CARTA DE JOÃO PAULO II ÀS FAMÍLIAS
CARTA DE JOÃO PAULO II ÀS MULHERES
Carta Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa: EDUCAÇÃO. Direito e dever - missão nobre ao serviço de todos
Nota Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa “A Família”
Perspectiva Ético-Jurídica
Protecção na igualdade ao acesso ao emprego e no trabalho (contra qualquer tipo de discriminação)
. Existência de protecção legal da maternidade e paternidade
. Estabelecimento de uma radical igualdade na constituição de família e na celebração de casamentos
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA
DIÁRIO DA REPUBLICA Nº 197 DE 27/08/2003 – CÓDIGO DO TRABALHO
Ciências HumanasA vida adulta significa coisas diferentes para pessoas distintas, O significado principal da vida adulta é social.
O ser humano não pode declarar-se adulto se não for percepcionado como tal. E esta percepção reflecte uma pessoa madura, racional e responsável.
A adultez caracteriza-se principalmente em termos de objectivos/metas e autonomia.
Ciências Exactas
. O stress
. O envelhecimento gradual do organismo
. A reprodução
Fase 6- Velhice
O(s) seu(s) (pre)conceito(s)
Solidão e Abandono
Velhice: “idade dos sábios”
Velhice = fim?
“Velho” = “(in)útil?”
Velhice e suas debilidades
Dimensão Ideias-Chave
Sagrada Escritura. A velhice bíblica é sinal de sabedoria; a dor tem o sentido da redenção
. Enquanto portadora de um “tesouro”, a Igreja assemelha-se a esta idade…
. …até mesmo na imagem da doença e da fraqueza
Magistério da Igreja. Os anciãos como guardiões de uma memória colectiva
. A velhice como o limiar da eternidade
. A velhice como o tempo dos balanços à luz da Sabedoria
. O sofrimento do idoso doente, sinal do sofrimento de Cristo crucificado
. A dor / sofrimento como evento salvífico e redentor
CARTA APOSTÓLICA SALVIFICI DOLORES
CARTA DO PAPA AOS ANCIÃOS
MENSAGENS DO PAPA PARA O DIA MUNDIAL DO DOENTE
CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA
Perspectiva Ético-Jurídica. Protecção legal dos idosos nas questões da segurança económica, habitação, convívio familiar e comunitário e de todas as formas de combate ao isolamento e marginalização social
. Existência de princípios fundamentais do Idoso a preservar: independência, participação, assistência, auto-realização e dignidade
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA
PRINCÍPIOS DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O IDOSO
Ciências Humanas. Até ao século XIX, a velhice era tratada como uma questão de mendicânica, porque a sua fundamental característica era a não possibilidade que uma pessoa apresentava de se assegurar financeiramente. Nas sociedades contemporâneas esta tende a modificar-se, até porque se verifica um aumento da expectativa de vida e crescimento da população idosa em vários países com a idade de permanência no activo também a aumentar.
Ciências Exactas
. Perda de raciocínio
. Limitação na locomoção
. Aparecimentos das doenças crónicas e agudas
Fase 7- Pós-morte (Fase atribuida à vigararia de Paços de Ferreira)

Morte = início?
A dor
O luto
O(s) culto(s) da morte
(Pós-)Morte = consumação da vida
Dimensão Ideias-Chave
Sagrada Escritura. Os dois Testamentos provam a evolução do conceito ao longo do tempo
. A vida eterna apresenta-se como o seguimento natural da criação divina
. A morte é entendida como acontecimento humano e positiva
Magistério da Igreja. Morte como condição para a participação na Ressurreição
. Morte como “Páscoa” para a eternidade
. A vida eterna da comunhão em Deus como o nosso “último destino”
CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA
(CÓDIGO DE DIREITO CANÓNICO)
Perspectiva Ético-Jurídica. Condenação formal da propaganda do suicídio
. Protecção legal dos mortos (cadáveres), das cerimónias e dos lugares fúnebres
CÓDIGO PENAL PORTUGUÊS
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA
Ciências Humanas. Necessidade de re-organização e re-estruturação que a que a morte obriga aos que sobrevivem…
Ciências Exactas. A decomposição de um organismo
. Estados neuro - depressivos




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